
Quintal sagrado e viveiro ritual: ervas, memória e território
Pesquisas e registros mostram terreiros que cultivam plantas sagradas, preservam saberes e cuidam do espaço ao redor.

Conhecimento, fé e respeito

Pesquisas e registros mostram terreiros que cultivam plantas sagradas, preservam saberes e cuidam do espaço ao redor.

Entenda por que o cambone vai além do apoio material e sustenta a relação entre entidade, médium, consulente e memória da casa.

Pesquisas e políticas públicas reconhecem o terreiro como rede popular de apoio, sem substituir o atendimento em saúde.

Entenda como essa linha espiritual recente reúne nordestinidade, corporalidade própria e sentidos de acolhimento em alguns terreiros.

Muitas casas marcam a data como Dia das Almas, mas os sentidos e práticas variam conforme a tradição e o dirigente.

Mais do que cantar, o terreiro também escuta: silêncio, atenção e resposta coletiva dão forma ao ponto cantado.

Pesquisa vê os cantos do terreiro como arquivo vivo: léxico, performance corporal e preservação de línguas no ritual.

Entenda como uma categoria social foi ressignificada espiritualmente e por que Zé Pelintra ocupa lugar central em algumas casas.

Pesquisas mostram que os pontos cantados podem funcionar como reza, performance e arquivo vivo, com mudanças ao circular.

Entenda por que a data aparece em calendários de terreiros, como afeto, doçura ritual e proteção se conectam às celebrações.