Conexão mediúnica – Abertura dos trabalhos

Por mais que tenhamos elementos de ritos, defumação, atabaques, folhas, cheiros e sons, que nos dão as percepções que nos estimulam através de símbolos que podem ser visuais, sonoros ou estar em palavras faladas e alegorias litúrgicas, é somente por meio da elevação psíquica interna de cada membro da corrente mediúnica, que poderemos conseguir chegar ao padrão vibratório coletivo necessário ao alinhamento com as falanges espirituais que nos envolvem de maneira consciente, efetiva e amorosa. Devemos viver e sentir com intensidade o que está se passando durante a abertura dos trabalhos. Nessa ocasião está sendo levado a cabo um momento sagrado de expansão das nossas potencialidades anímicas, mediante forças cósmicas que nos permitirão sintonizar às instalações do nosso templo interior, e estar em contato com o benfeitor espiritual que nos guia mediunicamente e protege durante todos os atendimentos caritativos dos consulentes. 
– do livro INICIANDO NA UMBANDA

http://www.livrariadotriangulo.com.br/

Outorga para abertura de um Terreiro

O artigo transcrito, autoria de Pai Mozart de Iemanjá, serve perfeitamente para a nossa reflexão e aprendizado, diante a realidade atual da Umbanda.Norberto Peixoto. 

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Se percebe na atualidade uma grande quantidade de iniciados no Batuque RS sedentos pelo desejo de terem suas casas de religião. Na maioria dos objetivos, a razão é para fazer o que discorda, ou o que não é permitido pela sabedoria de seu sacerdote, da atual casa, ou para ditar as suas próprias regras. No entanto uma casa de Orixá nasce de razões profundas, alicerçadas no compromisso moral, ético e espiritual. 

Não se trata de um local para atender as vontades das pessoas e nem tão pouco um palco de atrações para o personalismo e a vaidade humana, exige comprometimento com a causa teológica de religião afro gaúcha. Uma casa de santo é um lugar sagrado onde se encontra apoio e acolhida às pessoas necessitadas nos mais variados aspectos da vida de relação. Um lar para quem quer ficar, uma escola para quem quer aprender. Ela nasce em coração simples e sincero, com disposição e capacidade de agregar, somar e de partilhar. 

São esses os dons que outorgam o nascimento de uma casa de Batuque RS. São valores que não se aprendem em cursos, que não são comprados ou adquiridos por graus parentescos e “ritos mágicos”. São valores forjados pela dedicação, pelo discernimento e disciplina que no decorrer no tempo são adquiridos. A hierarquia e a ética moral do Pai ou Mãe de santo, que desenvolve e educa o filho de fé, saberão indicar o momento de construir uma casa, quando a formação se completa. 

A autorização parte dos Orixás primeiramente e não das pessoas. Quando a concepção é sagrada entre a espiritualidade e um coração humilde, vibra no “ori” do iniciado que a partir de então não teme dificuldades, pelas próprias limitações ou ingratidões. Há objetivo, determinação e realização. O resultado se apura no decorrer dos anos. Os trabalhos crescem, se desenvolvem e se multiplicam. O axé se consolida e a identidade da casa se constrói junto com sua história. É como uma semente que possui o dom dos frutos, mas terá que trabalhar em sua formação até se transformar em uma árvore…asé.
Artigo de Pai Mozart de Iemanjá

https://www.facebook.com/paimozart.deiemanja

OPINIÃO DE NORBERTO PEIXOTO.

Este artigo serve perfeitamente para a realidade atual da Umbanda. Não conheço pessoalmente o Pai Mozart de Iemanjá, mas admiro-o com respeito. É um sacerdote sério, maduro e de profunda ética com o Sagrado.

Cigana das 7 facas

De beleza exuberante e inteligência rara, Elisa se achava uma mulher sem sorte. Vivia infeliz: todos que a cercavam, todos a quem amava pareciam sofrer com ela. Uma maldição, pensava ela. Casada, logo o marido passou a se servir de putas, embora amasse e desejasse a mulher, que só penetrou uma vez, na primeira noite. Apesar de seu tremendo desejo por Elisa, só alcançava a ereção com outras. Ela sofria pelas dores do marido. Ele a acusava de rejeitá-lo e batia nela.
No começo, nem tudo era sofrimento. Daquela única vez nasceu Vitória. A menina cresceu bonita e saudável até os sete anos. Depois começou a definhar. “É a maldição!”, Elisa se culpava. O marido se enterrou de vez nos puteiros, ia chorar sua desventura no colo das putas. Todas as especialidades médicas foram consultadas, todas as promessas foram pagas, todas as rezas foram rezadas.

Consultados médiuns e videntes, cartomantes e benzedeiras, padres, pastores e profetas, nada. A saúde da menina decaía dia a dia. Até que Elisa foi bater à porta de mãe Júlia, famosa mãe-de-santo. “Você nasceu com a beleza de Oxum e a majestade de Xangô, mas seu coração é de pombo gira”, disse-lhe a mãe-de-santo, depois de consultar os búzios.

A vida recatada de Elisa, seu senso de pudor, sua modéstia, a repressão de costumes que ela mesma se impunha, a falta de interesse pelo sexo, tudo isso negava os sentimentos de seu coração, contrariava sua natureza. A cura, a redenção dela e dos seus, tinha uma só receita: libertar seu coração, deixar sua pombo gira viver. Foi a sentença da mãe-de-santo.

Leve e livre.
Ali mesmo, naquele dia e hora, sem saber como nem por quê, Elisa se deixou possuir por três homens que, no terreiro, tocavam os atabaques. O prazer foi imenso. Sentiu-se leve e livre pela primeira vez na vida.

Pensando na filha, voltou correndo para casa e encontrou a menina melhor, muito melhor: corria sorridente, pedia comida, queria brincar.

No dia seguinte, Elisa voltou ao terreiro. “Seu caminho é longo ainda”, mãe Júlia disse. Depois a abençoou e se despediu. Um dos homens com quem se deitara no dia anterior lhe deu um endereço no centro da cidade, um local de meretrício, que Elisa começou a freqüentar. Passava as tardes lá, enquanto o marido trabalhava. Voltava para casa mais feliz e esperançosa, a menina melhorava a olhos vistos.

Para preservar a honra do marido, Elisa se vestia de cigana, cobrindo o rosto com um véu. O mistério tornava tudo mais excitante. A clientela crescia. O marido soube da nova prostituta e quis experimentar. Na cama com a Cigana, o prazer foi surpreendente, muito maior do que sentira com Elisa e que nunca fora superado com outra mulher. Seria escravo da Cigana se ela assim o desejasse. Mas a Cigana nunca mais quis recebê-lo.

A insistência dele foi inútil. “Um dia te mato na porta do cabaré”, ele a ameaçou, ressentido e enciumado. Ela se manteve irredutível.

Num entardecer de inverno, ele esperou pela Cigana na porta do puteiro e, na penumbra, lhe deu sete facadas. Assustado, olhou o corpo ensangüentado da morta estirado no chão e reconheceu, no piscar do néon do cabaré, o rosto desvelado de Elisa. Um enfarto o matou ali mesmo.

Longe dali, no terreiro de mãe Júlia, o ritmo dos tambores era arrebatador. As filhas-de-santo giravam na roda, esperando a incorporação de suas entidades.
Na gira, exus e pombo giras eram chamados. Os clientes, que lotavam a platéia, esperavam sua vez de falar de seus problemas e resolver suas causas. As entidades foram chegando, e o ambiente se encheu de gargalhadas e gestos obscenos. O ar cheirava a suor, perfume barato, fumaça de tabaco, cachaça e cerveja. A força invisível da magia ia se tornando mais espessa, quase podia ser tocada.

Cada entidade manifestada no transe se identificava cantando seu ponto. De repente, uma filha-de-santo iniciante, e que nunca entrara em transe, incorporou uma pombo gira.

Com atrevimento ela se aproximou dos atabaques e cantou o seu ponto, que até então ninguém ali ouvira:

“Você disse que me matava
na porta do cabaré
Me deu sete facadas
mas nenhuma me acertou
Sou Pombo gira Cigana
aquela que você amou
Cigana das Sete Facadas
aquela que te matou”.

Mãe Júlia correu para receber a pombo gira, abraçou-a e lhe ofereceu uma taça de champanhe. “Seja bem-vinda, minha senhora. Seu coração foi libertado”, disse a mãe-de-santo, se curvando.
Pombo gira Cigana das Sete Facadas retribuiu o cumprimento e, gargalhando, se pôs a dançar no centro do salão.

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Oração de São Jorge para conseguir um emprego

Ó São Jorge, Cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos, ajuda-me a conseguir um bom emprego, faze com que eu seja bem visto por todos; superiores, colegas e subordinados, que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no serviço, vela por mim e pelos meus, protegendo-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos, ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e Harmonia a todos que nos cercam. Amém.

Oração de São Jorge para acender a vela

Glorioso São Jorge, pelos vossos merecimentos, pelas vossas virtudes, pela grandiosa fé em nosso Senhor Jesus Cristo, por Deus, fostes constituído, em protetor de todos que a Ti recorrem. Necessitando de vossa proteção, vinde em meu auxilio e levai à presença de Deus o apelo que agora vos faço (FAÇA O SEU PEDIDO) São Jorge, ofereço esta vela e vos peço, protegei-me, guardai-me e guiai-me por todos os meus caminhos, com felicidade, paz e salvamento, para que eu consiga rapidamente, através de vossa proteção, a graça que estou suplicando e vos serei fiel e eternamente reconhecido e grato. Amém!

Essa oração pode ser feita na forma de novena. Acenda uma vela antes de iniciar a oração de São Jorge e quando terminar apague a vela. Se concentre, fique calmo e faça a oração tranquilamente e com fé. São Jorge não vai te abandonar.

Oração de São Jorge para proteção e abrir os caminhos

Ó meu São Jorge, meu Santo Guerreiro e protetor, invencível na fé em Deus, que por ele sacrificou-se, traga em vosso rosto a esperança e abre os meus caminhos.

Com sua couraça, sua espada e seu escudo, que representam a fé, a esperança e a caridade.

Eu andarei vestido, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter, para me fazerem mal.

Armas de fogo ao meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar. Cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo tocar.

Ó Glorioso nobre cavaleiro da cruz vermelha, vós que com a sua lança em punho derrotaste o dragão do mal, derrote também todos os problemas que por ora estou passando.

Ó Glorioso São Jorge, em nome de Deus e de Nosso Senhor Jesus Cristo, estendei-me seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a vossa força e grandeza dos meus inimigos carnais e espirituais.

Ó Glorioso São Jorge, ajudai-me a superar todo o desânimo e a alcançar a graça que agora vos peço.

(FAÇA O SEU PEDIDO)

Ó Glorioso São Jorge, neste momento tão difícil da minha vida, eu te suplico para que o meu pedido seja atendido e que com a sua espada, a sua força e o seu poder de defesa eu possa cortar todo o mal que se encontra em meu caminho.

Ó Glorioso São Jorge, dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé, meu ânimo de vida e auxiliai-me em meu pedido.

Ó Glorioso São Jorge, traga a paz, amor e a harmonia ao meu coração, ao meu lar e a todos que estão em minha volta.

Ó Glorioso São Jorge, pela fé que em vós deposito, guiai-me, defendei-me e protegei-me de todo o mal. Amém.

A história de São Jorge

São Jorge é um mártir cristão do século III, o Santo padroeiro da Inglaterra, da Geórgia e da cidade de Moscou na Rússia.

Não se sabe muita coisa sobre São Jorge. Os historiadores acreditam que ele nasceu em uma família nobre e cristã no final do século III, na Capadócia, uma região onde atualmente é a Turquia. São Jorge se tornou soldado, como seu pai, e fez parte da comitiva do Imperador Diocleciano.

Quando o Imperador ordenou uma perseguição aos cristãos, São Jorge se recusou a participar. Acreditem, era preciso muita coragem para que um soldado se recusasse a seguir as ordens do imperador romano.

São Jorge distribuiu toda a sua riqueza para os pobres e permaneceu fiel a fé cristã. No dia 23 de abril do ano de 303, por ordem do imperador, São Jorge foi torturado e executados na Palestina, tornando-se um mártir cristão.

São Jorge foi muito torturado e foi forçado a andar sobre brasas mas não parecia sentir dor e se recusava a negar sua fé em Cristo. A brutalidade chegou ao fim quando ele foi degolado e morreu.

Muitas pessoas, presenciando aquela fé inabalável se converteram ao cristianismo. Alguns relatos dizem que a mulher do imperador, ao saber de tal resistência, também se converteu ao cristianismo.

Os restos mortais de São Jorge foram levados para Lida, cidade onde cresceu com sua mãe. Mais tarde o imperador Constantino ordenou a construção uma igreja em Lida, para que os fieis pudessem rezar e homenagear São Jorge.

Muitos séculos depois da morte de São Jorge, durante a era medieval, foi criada a lenda sobre o guerreiro que matava dragões e salvava donzelas em perigo, mas isso não passa de pura fantasia. O dia de São Jorge é comemorado na Inglaterra em 23 de abril, que foi o dia em que ele foi martirizado.

Ainda hoje muitas pessoas se inspiram no seu exemplo e a oração de São Jorge é uma das mais procuradas em todo o mundo.

Oração de São Jorge para proteção, graças e sonhos

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge Rogai por Nós. Amém.

À liberdade em essência

Foi ao relento, a solta pelo tempo ecoa e vai a solta e liberto, ressoar ao ar livre, límpido e cristalino, em tons diamantino borda a noite estrelada.

Em labirinto entrecruzado perante o tempo que esvai do dia as claras e nas noites luminosas que ecoa e escoa em soar que expande logo a frente rente a vitória regia em alvorecer verdejante.

Campo florido coberto por lençol vitalício do florescer das rosas e florezinhas miúdas, unidas em lagrimas apaixonadas da mais pura alegria perante o sorrir da margarida encantada e queria.

Assovio liberto dos sabiás e da passarada que em passarela azul celestino em céu aberto. E eles passam, apenas passam voando em encontro do vendo suave.

Rir , sorria e chore se quiser, vá ao encontro dos sonhos abstratos, porém, materialize o abstrato que sonha em sua vida e viva e sejas alegre por si mesmo.

Isso crie, cocrie e reanime a tua vida de alegria sinceramente tua só tua.

Foi ao relendo que liberto do tempo, o momento transpassa e você nem sente mas vê que foi.

Deixe-o ir, se libera do compromisso e receba a divindade do amar de verdade na essência tua desnuda do que será ou do que pode estar.

Já é apenas Deus em ti!

Solto no eterno relento, pelo tempo que passa em momentos contínuos de liberdade.

Edson Rosa Rosa

Domingo de Ramos e a Umbanda

Pois bem hoje, domingo começa a semana santa alguns podem alegar que isso não tem nada a ver com a Umbanda, mas não é verdade pois como disse a Umbanda é Cristã.

O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. É também a abertura da Semana Santa. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os(discípulos). Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho – o simbolo da humildade – e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: “Hosana ao Filho de Davi!” Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então aRessurreição de Jesus Cristo.

A procissão do Domingo de Ramos surgiu depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação a Jerusalém e, ao retornar, procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, lembrando os momentos da Semana Santa. O costume passou a ser utilizado gradualmente por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos da Semana Santa.

O sentido da festa do Domingo de Ramos tratar tanto da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e depois recordar sua Paixão, é que essas duas datas estão intrinsicamente unidas. A Igreja recorda que o mesmo Cristo que foi aclamado como Rei pela multidão no Domingo, é cruficidado sob o pedido da mesma multidão na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa, e também sua solene abertura.

Jesus vem montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Aquele povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia há poucos dias e estava maravilhado. As pessoas estavam certas de que Jesus era o Messias anunciado pelos Profetas. Pensavam que ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel. ‘Que Messias é esse? Que libertador é esse? É um farsante! Merece a cruz por nos ter iludido’. A entrada solene de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que o homenageou motivada por seus milagres, agora lhe vira as costas e muitos pedem a sua morte.
Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Dessa forma, o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus saudando-o com ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória. “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os Ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados.

Que Oxalá nos abençoe sempre