Cuidado com a dependência química! 👀

A dependência química é uma designação dada ao processo acarretado pelo uso contínuo de substâncias químicas que provocam dependência física e psicológica. Essas substâncias são chamadas de drogas.
Elas são capazes de alterar as funções orgânicas.

São chamadas de drogas psicotrópicas aquelas que atuam no cérebro, alterando de alguma forma o psiquismo.

Os estimulantes são drogas que aceleram o rítimo cerebral. Os depressores diminuem o rítimo cerebral. Os perturbadores alteram a função cerebral.

As drogas psicotrópicas podem ser classificadas em :

ESTIMULANTES:

-Anfetaminas
-Cocaína
-Cafeína

DEPRESSORES:

-Álcool
-Hipnóticos não barbitúricos
-Barbitúricos

ANSIOLÍTICOS:

-Narcóticos
-Solventes (inalantes)
-Opiáceos

PERTURBADORES:

Alucinógenos primários : Sintéticos (LSD-25, êxtase) – Naturais (maconha)

Alucinógenos secundários: – Anticolinérgicos

Deve-se ter muito cuidado quando for preciso ajudar alguém que está envolvido pelo vício com as drogas, seja de qual tipo for.
Divaldo Pereira Franco fala em algumas palestras e seminários sobre as drogas, muitas pessoas se deixam envolver pelo vício conduzidos por seus companheiros, deve-se sempre procurar ajudar aos irmãos viciados da melhor forma possível, mas da maneira correta e nunca deixando que eles nos arrastem para o mesmo erro.
Muitas vezes os namorados(as) ou companheiros (as) pedem para que você experimente as drogas como uma prova de amor, mas isso não é amor e sim capricho, a melhor prova de amor que podemos dar aos nossos amigos drogados é tentar ajudá-los sem se envolver com o vício.
Para ajudar existem numerosos sites sérios na internet que oferecem tratamento para pessoas nessas condições, muitos deles mantidos por entidades religiosas e que são gratuitos.
Além de muitos trabalhos desenvolvidos por instituições religiosas e inclusive pelo governo.
É necessário também frisar que todo tratamento médico deve ser acompanhado pelo tratamento espiritual, pois as pessoas envolvidas pelas drogas, quer seja o álcool, o fumo, anfetaminas, ou outro tipo, está com toda certeza sendo acompanhado por entidades espirituais que também possuem o vício e induzem a pessoa a continuar se drogando cada vez mais. É preciso nesta situação usar de todas as armas oferecidas e recomendadas pela espiritualidade, ou seja, a realização do Evangelho no Lar, o uso da água fluidificada para tomar e para lavar a cabeça, o tratamento de desobsessão, a prática da oração, a integração com grupos de pessoas em atividades edificantes e sadias, como a mocidade, o estudo do evangelho, atividades voluntárias, leitura edificante, voltar a estudar (fazer algum curso), procurar trabalhar em alguma coisa, praticar exercícios físicos, ocupar a mente sempre com coisas boas e instrutivas, além de uma vontade firme em sair da situação em que se encontra.

Aquele que tem VONTADE FIRME, e pede ajuda a Deus com VERDADEIRA FÉ sempre é auxiliado e consegue se afastar do vício.
O papel dos pais é sempre esclarecer aos filhos o que é e quais são os efeitos maléficos das drogas, explicar que para ser aceito entre os amigos não há necessidade de se envolver com esses vícios, que se os amigos pedem isso dele, então não são verdadeiros amigos e é melhor se afastar realmente e procurar quem mereça nossa amizade sincera, mostrar que a vida é muito melhor quando estamos sóbrios e sadios, que um jovem não é melhor e nem mais bonito só porque bebe, fuma ou usa drogas, muito pelo contrário, geralmente os viciados encontram um longo caminho de preconceito e amarguras, muitas vezes se afastem da família e dos amigos saudáveis, vivem na solidão e na dor de uma dependência que escraviza e tira de suas vidas as mais sublimes oportunidades de ser feliz.
Os pais devem sempre ter com seus filhos um relacionamento aberto e estar sempre prontos a ouvir seus filhos, dar a liberdade para que eles vejam nos pais verdadeiros amigos e não algo distante e inatingível.

Se o jovem parar um pouco para meditar sobre o que perde se envolvendo com os vícios ele jamais vai buscar experimentar qualquer um deles.
É escolher entre o amor verdadeiro das pessoas, da família e dos amigos e o relacionamento baseado no interesse pelas drogas.
É escolher entre a escravidão da dependência e a liberdade do livre arbítrio. O trabalho honesto e a sociabilidade ou a discriminação e a dependência econômica.
A saúde plena ou a doença e o sofrimento.
A alegria e a satisfação dos pais e familiares ou a solidão e a vergonha. A realização pessoal ou a degradação humana.
A vitória na vida sobre algo tão desprezível ou a derrota de deixar se envolver por algo tão destruidor. O amor sincero que constrói e edifica ou o egoísmo e a degradação. O respeito das pessoas ou a discriminação.
Você escolheria o quê?
Ser um guerreiro que não deixa nada te abater com a ajuda e a força de Deus ou o covarde que precisa se esconder nas muletas de alguma droga arrastando um vício vergonhoso?.

Escolha o BEM, o BOM, o SAUDÁVEL e seja FELIZ.
Mais saiba que nunca é tarde para ajudar, alertar, prevenir ou ainda se for o caso, para procurar ajuda.
Referência :

(Departamento de Psicobiologia da UNIFESP/EPM):

www.unifesp.br/dpsicobio/drogas/drogas.htm

Outros sites:

www.contradrogas.org.br (Associação Parceria Contra Drogas)

www.drogas.org.br (Portal drogas)

www.brasilescola.com/drogas/

www.comciencia.br/especial/drogas/drogas01.htm

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ANFETAMINAS

As anfetaminas são drogas sintéticas, ou seja são produzidas em laboratório.

Utilizadas no tratamento da depressão e na diminuição do apetite. Logo foi descoberto o efeito de dependência causada pela droga e, com isso houve um controle e declínio do seu uso.

Atuam nos neurotransmissores dopamina e noradrenalina, que possuem várias funções fisiológicas e comportamentais. Os estados de apetite, saciedade, vigília e funções psíquicas estão envolvidos. A ingestão de anfetamina causa insônia, perda de apetite e um estado de hiperexitabilidade. A pessoa se torna muito ativa, inquieta, e extrovertida. Em altas doses provoca agressividade e delírios e em alguns casos convulsões. Pode provocar ainda dilatação pupilar, taquicardia e aumento da pressão arterial.

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CAFEÍNA

A cafeína também chamada metil-xantina, derivada das xantinas, está presente em plantas amplamente distribuídas nas várias regiões geográficas. Ela é encontrada nos grãos de café, folhas de chá e de mate, nas sementes de cacau e em várias partes do guaraná. Devido ao consumo generalizado dessa substância, conclui-se que ela é a droga mais utilizada no mundo. Um copo de café contém aproximadamente 85mg de cafeína.

A cafeína possui efeitos terapêuticos importantes como dilatação dos brônquios, estimulação do coração e aumento da excreção urinária. No cérebro, ela alivia dores de cabeça. Ela possui também efeitos prejudiciais, provoca aumento da secreção gástrica, agravando sintomas de gastrite e úlcera.

A droga também possui efeitos psicoestimulantes.

O uso crônico dessa substância (350mg ao dia) provoca dependência física e tolerância à droga. Na retirada da droga pode aparecer uma síndrome de abstinência caracterizada por dores de cabeça, nervosismo, irritação, ansiedade e insônia.

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COCAÍNA

A cocaína é um alcalóide presente numa planta sul-americana, a coca, cujo nome científico é Erythroxylon coca. O “vinho de coca”, preparado à base da planta, foi considerado na Europa uma bebida muito reconfortante e de grande uso social. A cocaína foi usada como medicamento até o início do século. Existiram surtos do uso desta droga no passado, mas depois que foram demonstrados os seus efeitos prejudiciais ao organismo, houve uma proibição do seu uso e um declínio na ingestão da cocaína. Hoje em dia, vive-se o pico de uma nova epidemia .

Existem o “chá de coca”, preparado à base das folhas, é muito utilizado no Peru. Nesta forma, pouca droga é absorvida. O sal de cocaína (“pó” ou “neve”) é obtido usando produtos como solventes e ácido sulfúrico. Como ele é solúvel, pode ser aspirado ou usado via endovenosa, dissolvido em água . Tratando o sal de cocaína com bicarbonato, obtém-se um bloco sólido, que é conhecido com o nome de “crack”. Ele também pode ser preparado a partir da pasta de cocaína. Esta forma é pouco solúvel em água, mas se volatiza quando aquecida, sendo fumada em cachimbos. A cocaína eleva a concentração dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina no organismo. Com isso, todas as funções que esses neurotransmissores possuem ficam amplificadas e podem também aparecer ações que não existem nas concentrações normais.

Com a ingestão da cocaína ocorre uma sensação de euforia e prazer. Ela produz aumento das atividades motoras e intelectuais, perda da sensação de cansaço, falta de apetite, insônia.

Numa dose exagerada (overdose) aparecem sintomas de irritabilidade, agressividade, delírios e alucinações. Pode ocorrer também aumento de temperatura e da pressão arterial, taquicardia e degeneração dos músculos esqueléticos. Este excesso pode levar até à morte, que ocorre por convulsões, parada cardíaca e respiratória.

Quando é usada pela via endovenosa os efeitos são imediatos, pois a droga cai diretamente na corrente sanguínea e vai direto para o cérebro.

Não existe Síndrome de Abstinência característica, quando cessa a ingestão. Porém a dependência psicológica é muito forte, provocando uma vontade incontrolável de consumir a droga (“fissura”).

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ÁLCOOL

Embora seja uma droga, freqüentemente o álcool não é considerado como tal, principalmente pela sua grande aceitação social e mesmo religiosa. O consumo excessivo tem se tornado um dos principais problemas das sociedades modernas.

O álcool contido nas bebidas é cientificamente conhecido como etanol, e é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor.

O álcool é absorvido principalmente no intestino delgado, e em menores quantidades no estômago e no cólon. A concentração do álcool que chega ao sangue depende de fatores como: quantidade de álcool consumida em um determinado tempo, massa corporal, e metabolismo de quem bebe, quantidade de comida no estômago.

O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue.

Um curto período (8 a 12 horas) após a ingestão de grande quantidade de álcool pode ocorrer a “ressaca”, que caracteriza-se por: dor de cabeça, náusea, tremores e vômitos. Isso ocorre tanto devido ao efeito direto do álcool ou outros componentes da bebida. Ou pode ser resultado de uma reação de adaptação do organismo aos efeitos do álcool.
A combinação do álcool com outras drogas (cocaína, tranqüilizantes, barbituratos, antihistamínicos) pode levar ao aumento do efeito, e até mesmo à morte.

O efeitos do uso prolongado do álcool são diversos. Dentre os problemas causados diretamente pelo álcool pode-se destacar doenças do fígado, coração e do sistema digestivo. Secundariamente ao uso crônico abusivo do álcool, observa-se: perda de apetite, deficiências vitamínicas, impotência sexual ou irregularidades do ciclo menstrual. O uso regular do álcool provoca tolerância. O uso contínuo de álcool ocasiona dependência física (com síndrome de abstinência caracterizada por nervosismo, irritação, sonolência, sudorese, diminuição do apetite, tremores, convulções e alucinações) e dependência psicológica.

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MESCALINA E EXTASE

A mescalina é um alucinógeno sintetizado a partir de um cactus, peiote, natural do México. O cacto era usado há séculos em cerimônias religiosas. Ele ganhou maior importância há alguns anos atrás. Ela tem estrutura semelhante aos neurotransmissores do cérebro, a dopamina e a noradrenalina. Portanto ela age nessas substâncias para produzir os efeitos de alucinações. A mescalina é quase inexistente no Brasil.

ÊXTASE

A sigla MDMA é a abreviação do nome Metilena-DioxiMetaAnfetamina, conhecida popularmente com o nome de êxtase. Ela é uma droga sintética que surgiu recentemente e é quase inexistente no Brasil. Ela é uma droga que além de produzir alucinações provoca também um estado de excitação. A droga interfere no sistema nervoso agindo nos neurotransmissores dopamina e noradrenalina.

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LSD-25

O LSD-25, ou seja, a dietilamida do ácido lisérgico é uma substância sintética, produzida em laboratório. Ela foi descoberta acidentalmente pelo cientista suíço Hoffman, que ingeriu uma pequena quantidade da droga. A partir disso, iniciaram-se experiências terapêuticas com o LSD-25. Ela foi utilizada para o tratamento de doenças mentais, mas hoje em dia sabe-se que ela não tem utilidade médica. Ela é talvez a substância mais ativa que age no cérebro. Pequenas doses já produzem grandes alterações.

O LSD-25 é uma droga que provoca alterações no funcionamento do cérebro, causando fenômenos psíquicos como alucinações, delírios e ilusões. Essa substância contém em sua estrutura o núcleo indol, que também está presente em um neurotransmissor do cérebro, a serotonina. Por esta característica, essa droga interfere no mecanismo de ação da serotonina. O LSD-25 é um alucinógeno primário, porque seus efeitos ocorrem principalmente no cérebro.

Os efeitos dessa droga dependem da sensibilidade da pessoa, do ambiente, da dose e da expectativa diante do uso da droga. Os efeitos físicos observados são: dilatação das pupilas, sudorese, aumento da frequência cardíaca, aumento de temperatura. Às vezes podem ocorrer náuseas e vômitos.

As alterações psíquicas são muitos mais importantes. As sensações podem ser agradáveis como a observação de cores brilhantes e a audição de sons incomuns. Pode ocorrer também ilusões e alucinações. Em outros casos as alterações são desagradáveis. Algumas pessoas observam visões terríveis e sensações de deformidade externa do próprio corpo. Já foi descrito o efeito de flashback , isto é, semanas ou meses após o uso da droga os sintomas mentais podem voltar, mesmo que a pessoa não tenha mais consumido a droga.

Os alucinógenos indólicos produzem pouco fenômeno de tolerância e não induzem dependência física.

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MACONHA

A palavra maconha provém de cânhamo (Cannabis sativa), que é um arbusto de cerca de dois metros de altura, que cresce em zonas tropicais e temperadas. O princípio ativo da planta é o THC (tetra hidro canabinol), sendo ele o responsável pelos efeitos que a droga causa no organismo. A folha da maconha é conhecido por vários nomes: marihuana ou marijuana, diamba ou liamba e bangue. O haxixe é uma preparação obtida por grande pressão que se torna uma pasta semi-sólida, que pode ser moldada sob a forma de bolotas e que tem grande concentração de THC.

A maconha é conhecida do homem há milênios. O uso dessa droga passou por várias etapas ao longo dos séculos. Como medicamento ela foi usada há quase 5000 anos na China. No II milênio da era cristã ela chegou ao mundo ocidental. A primeira referência de maconha no Brasil é do século XVI. Nos Estados Unidos ela era muito utilizada como hipnótico, anestésico e espasmolítico. Porém o seu uso terapêutico declinou no final do século passado. A razão para o desuso médico da droga foi a descoberta que a droga se deteriorizava muito rapidamente com o tempo, e consequentemente ocorria a perda do seu efeito clínico. Uma outra causa foi o relacionamento do seu uso não-médico (abuso) da maconha à distúrbios psíquicos, ao crime e à marginalização.

Nos meados da década de sessenta houve um aumento do uso da maconha nos Estados Unidos, principalmente entre os jovens. Esse uso se difundiu para a Europa e países em desenvolvimento. No Brasil, o consumo é feito geralmente por jovens da classe média das grandes cidades e também por estudantes do primeiro grau. A legislação brasileira considera o uso e o tráfico da droga um crime.

A maconha é uma droga perturbadora do sistema nervoso, ou seja, ela altera o funcionamento normal do cérebro, provocando fenômenos psíquicos do tipo delírios e alucinações.

Os efeitos físicos agudos não são muito importantes. Podem ocorrer: boca seca, dilatação dos vasos da conjuntiva e aumento da frequência cardíaca. A diminuição do hormônio sexual masculino e consequentemente infertilidade pode ser um dos efeitos crônicos do uso da maconha. Não existem comprovações, mas possivelmente a maconha pode provocar também câncer de pulmão, pois contém níveis de benzopirenos semelhantes ao do tabaco. O uso prolongado provoca redução das defesas imunológicas do organismo.

Os efeitos psíquicos agudos dependem muito do estado de espírito do usuário e da expectativas do seu uso. Em algumas pessoas pode provocar euforia e hilaridade, em outras causa sonolência ou diminuição da tensão. Podem surgir também os efeitos de ilusões, delírios e alucinações. Ocorre também uma perda da noção de tempo e espaço e diminuição da memória. Quanto aos efeitos psíquicos crônicos não existem certezas somente suposições. Possivelmente, ocorra a chamada Síndrome amotivacional, em que as pessoas perdem o interesse pelos objetivos comuns.

O uso prolongado pode levar ao efeito de tolerância. A droga também provoca o efeito de dependência, mas não existe uma Síndrome de abstinência característica com a cessação.

Alguns derivados da maconha possuem efeitos terapêuticos. Tais aplicações incluem efeitos contra vômitos e nauseas causados pela quimioterapia no tratamento de câncer e ação analgésica e anticonvulsivante.

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CIGARRO

O fumo é responsável por 30% das mortes por câncer e 90% das mortes por câncer de pulmão. Os outros tipos de câncer relacionados com o uso do cigarro são: câncer de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero.

Componentes do cigarro:

Na fumaça do cigarro já se isolaram 4.720 substâncias tóxicas, as quais atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos; Contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais:

Nicotina – é a causadora do vício e cancerígena;

Benzopireno – substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;

Nitrosaminas;

Substâncias Radioativas – polônio 210 e carbono 14;

Agrotóxicos – DDT;

Solventes – benzeno;

Metais Pesados – chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);

Níquel e Arsênico – armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;

Cianeto Hidrogenado;

Amônia – Utilizado em limpadores de banheiro;

Formol – Componente de fluído conservante, utilizado na conservação de cadáveres.

Monóxido de Carbono – o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis, e como tem mais afinidade com a hemoglobina do sangue do que o próprio oxigênio, toma o lugar do oxigênio, deixando o corpo do fumante, ativo ou passivo, totalmente intoxicado.

Por sua ação vasoconstritora, a nicotina diminui o calibre da artéria do cordão umbilical e a irrigação sanguínea da placenta. Como conseqüência, o bebê recebe menos nutrientes, a oxigenação fica comprometida e a criança pode nascer com peso menor. Nos EUA, um de cada seis nascimentos de crianças com baixo peso é devido ao fumo.

Os filhos de mães fumantes correm 64,8% mais riscos de morrer após o nascimento do que os bebês daquelas que não fumaram durante a gravidez. Os riscos de ocorrência de defeitos congênitos são de 1,7 a 2,3% mais altos entre os bebês de mães fumantes. As mulheres que fumam 20 cigarros por dia têm 61% mais chances de sofrerem um aborto do que as não fumantes.

TABAGISMO

“Sem o esforço e a força de vontade não conseguiremos aquilo que desejamos”.

O tabagismo é o ato de fazer uso do fumo. É um vício como a cocaína, pois causa dependência química e psicológica. Quem fuma além de destruir a sua saúde está contribuindo para destruir a saúde daqueles que com ele convivem. O fumante passivo (aquele que convive com o fumante e inala a sua fumaça) também corre os mesmos riscos que o fumante ativo.

A fumaça do tabaco contém cerca de 4.700 tipos diferentes de substâncias tóxicas constituídas por duas fases fundamentais, a fase particulada e a fase gasosa. A fase gasosa é composta, entre outros por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetoaldeído, acroleína, etc. A fase particulada é composta por alcatrão e nicotina.

O alcatrão é formada por mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas, formado à partir da combustão dos derivados do tabaco. Entre elas o arsênio, níquel, resíduos de agrotóxicos, substâncias radioativas como o Polônio 210, acetona, naftalina e até o fósforo P4/P6, substância usada como veneno de rato.

O monóxido de carbono (CO) tem afinidade pela hemoglobina presente nos glóbulos vermelhos do sangue, que fazem o transporte do oxigênio para todos os órgãos do corpo. A ligação nociva do monóxido de carbono com a hemoglobina forma um composto irreversível chamado de carboxihemoglobina, impedindo a ligação dessa hemoglobina com o oxigênio. Isso prejudica a oxigenação dos tecidos e órgãos.

A nicotina é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma droga psicoativa que causa dependência. Ela age como a cocaína no Sistema Nervoso Central. O tabagismo está classificado como doença no grupo de transtornos mentais e do comportamento, devido a essa substância psicoativa (Código Internacional de Doenças CD-10).

Seção: Conheça o cigarro por dentro www.inca.org.br/tabagismo

O tabagismo é considerado pela OMS a principal causa de morte por doença EVITÁVEL em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta (1 bilhão e 200 milhões de pessoas) sejam fumantes. O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, correspondendo a mais de 10 mil mortes por dia. Caso as atuais tendências de expansão continuem, em 2030 o número de mortes chegará a 10 milhões por ano. É por isso, que diversas entidades governamentais de todo o mundo se mobilizaram para desenvolver projetos que esclareçam e ajudem a população mundial a ficar livre desse problema.

O vício do fumo só beneficia as grandes industrias do cigarro que não tem escrúpulos em associar o vício com condições de beleza, esporte e saúde, justamente as coisas que o fumo mais prejudica. Essas indústrias voltam suas propagandas principalmente para os jovens, pois esses são mais influenciáveis e possuem um tempo maior de consumo.

CAUSAS NOCIVAS DO FUMO

Possui substâncias oncogênicas (aquelas que estimulam a formação de diferentes tipos de câncer). Os fumantes possuem maior predisposição para o câncer de boca, laringe, esôfago, pulmão, pâncreas e bexiga.

Enfisema pulmonar, bronquite crônica

Infarto do miocárdio

Hipertensão arterial

Acidente Vascular Cerebral

Úlcera péptica

Aterosclerose sistêmica

Trombose vascular

Impotência sexual no homem

Complicações na gravidez, etc.

QUER PARAR DE FUMAR ?

Existem diversas instituições que desenvolvem programas de apoio e ajuda para aqueles que querem parar de fumar.

Aconselhamos uma visita ao site oficial do ministério da saúde para um maior esclarecimento sobre esse assunto tão sério. Nele existem orientações sobre como parar de fumar.

Nós somos donos do nosso corpo, nós o controlamos e não devemos deixar que ocorra o contrário, a primeira e maior arma é a nossa vontade.

SUGESTÃO : www.inca.gov.br/tabagismo ou www.saude.gov.br/tabagismo

FUMANTE PASSIVO

Ser fumante passivo é inalar a fumaça do cigarro, cachimbo, charuto ou cigarrilha, apenas pelo simples ato de respirar; é poluir-se com a fumaça produzida pelo outro e jogada num ambiente partilhado por todos.
Usa-se também o termo fumante involuntário ou fumante de segunda mão, com o mesmo significado.
Entretanto, ser fumante passivo é, basicamente, ser uma pessoa com extrema dificuldade de expressar a sua vontade, de defender os seus direitos…

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SUPERANDO O VÍCIO

A superação dos vícios envolve a colaboração da sociedade, através da formação de bons hábitos de vida da juventude, que está particularmente exposta aos mesmos. São ações que devem envolver as famílias, associações esportivas e culturais, as instituições religiosas e, particularmente, as escolas, baseadas na educação integral, mostrando aos jovens que eles são seres humanos, são almas viventes, responsáveis perante a Criação, e que podem superar as tendências que as levam às ilusórias facilidades na vida.

A educação é uma força poderosa, que, vivificada pelo exemplo, pelo interesse e pelo esclarecimento no momento oportuno, pode contribuir para formar criaturas responsáveis, dedicadas ao trabalho e à solidariedade que devem envolver as atribuições da vida.

Considerando que os vícios estão relacionados a distúrbios da alma, não se pode esperar que os mesmos sejam sanados em um curto período de tempo.

A educação espiritual vai de encontro às necessidades de esclarecimentos da alma, mostrando-lhe sua natureza e suas possibilidades de ascender a planos mais elevados de esclarecimento, alcançando sua libertação, de maneira a que se mantenha jungida pela condição de sobrevivência humana. A educação espiritual visa promover o crescimento interior do ser humano, que assume nova dimensão de vivência, ao vencer esse degrau de sua evolução espiritual, tornando-se capaz de dirigir os seus próprios atos e alcançar planos mais elevados de desenvolvimento.

TRATAMENTO ESPIRITUAL

Para o tratamento dos males decorrentes do uso das drogas, a Medicina dispõe de admiráveis recursos importantes para controlá-los, praticamente em todos os recantos da Terra, embora esse trabalho não dependa apenas das ações médicas, requerendo da sociedade muita dedicação, respeito e amor.

Abordando esse problema, André Luiz, no livro No Mundo Maior, afirma: “A medicina inventará mil modos de auxiliar o corpo atingido em seu equilíbrio interno; por essa tarefa edificante, ela nos merecerá sempre sincera admiração e amor, entretanto, cumpre a nós outros praticar a medicina da alma, que ampare o espírito enleado nas sombras”… E continua no terceiro parágrafo: “É mister acender, em derredor de nossos irmãos encarnados na Terra, a luz da compaixão fraterna, traçando caminhos à responsabilidade individual. Haja mais amor ante os vales da demência do instinto e as derrocadas cederão lugar a experiências santificantes”.

O tratamento médico baseia-se fundamentalmente na assistência médica e psiquiátrica. Paralelamente, deve ser feito o tratamento espiritual aplicado nos centros espíritas, como a fluidoterapia e demais recursos, tanto na prevenção, como no tratamento das doenças da alma.

Há muitas pessoas que procuram o tratamento espiritual e esperam obter a cura imediata, como num abrir e fechar de olhos, como se fosse um passe de mágica, que as fizesse voltar à normalidade. Em geral, a cura espiritual requer profundidade de propósitos e continuidade de ações, que levam à transformação íntima da pessoa diante do problema que está enfrentando. Essa transformação, também chamada de Reforma Íntima, é um processo que resulta da educação da alma e requer a completa adesão do doente ao tratamento instituído.

É a educação que se realiza com a liberdade de culto e com responsabilidade de propósitos, de acordo com o conceito segundo o qual Jesus não está enclausurado entra as paredes de um templo, mas alcança a imensidade do Universo, como Cristo Cósmico e está presente entre as pessoas de boa vontade .

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ESPIRITISMO E OS TÓXICOS

O viciado em drogas assemelha-se a uma embarcação em que, por invigilância, põe-se a navegar na correnteza forte de um caudaloso rio, desapercebendo ou mesmo desafiando as águas que mais à frente irão despencar numa gigantesca cachoeira.

O espiritismo não propõe soluções específicas, procurando regulamentar cada atitude ou ditar normas de comportamento humano.

Prefere acatar, em toda a sua amplitude, os dispositivos das Leis Divinas que asseguram a todos o direito de escolha e a responsabilidade conseqüente pelo que fizerem. Prefere a atitude do Cristo, que condena o pecado, mas oferece sua ternura e compreensão ao pecador, procurando mostrar-lhe o que precisa fazer para livrar-se do erro, construindo oportunidades de acerto.

Em vez de condenar a civilização pelos nossos equívocos, os espíritos ensinaram a Kardec que “condenássemos antes os que dela abusam e não a obra de Deus” (O Livro dos Espíritos, questão 790). Pouco adiante, na pergunta 793, documentaram o entendimento deles acerca das correções necessárias, ao informarem que reconheceríamos uma civilização completa “pelo desenvolvimento moral”. E prosseguem: “Credes que estais muito adiantados porque tendes feito grandes descobertas e obtido maravilhosas invenções; porque vos alojas e vestis melhor do que os selvagens. Todavia, não tereis verdadeiramente o direito de dizer-vos civilizados, senão quando de vossa sociedade houverdes banido os vícios que a desonram e puderdes viver entre vós, como irmãos, praticando a caridade cristã. Até lá, sereis apenas povos esclarecidos, não tendo percorrido senão a primeira fase da civilização”.
A civilização em si não é um mal e nem pode ser, mas está sendo afetada e contaminada por mazelas humanas, por turbulências no comportamento dos próprios seres que a desenvolvem. A receita que a doutrina espírita prescreve para os males da civilização pode até parecer óbvia e simples demais, mas a questão é que a verdade é simples e óbvia, embora nem sempre atinemos rapidamente com ela.

Resumem-se tais prescrições na prática da caridade e do entendimento, em convivência fraterna, inteligente que dissipe os temores, não identificados alguns e conhecidos outros, que mantêm uma parte considerável da humanidade em permanente regime de estresse e de angústia. É esse o diagnóstico da ciência. Ou seja, especialistas que propõem mecanismos sociais de mútuo apoio e entendimento para exorcizar o fantasma aterrador do medo generalizado, do qual os mais desesperados fogem desabaladamente, despencando em abismos tenebrosos, empurrados por drogas alienantes.

Cresce assustadoramente a massa de desesperados, criaturas sem raízes, a vagarem sem rumo e sem destino, arrastados por circunstâncias que não sabem como superar porque não se empenham em entender a realidade da própria vida. Não sabem, tais pessoas, que são seres espirituais imortais, programados para a felicidade. Pensam muitos que são apenas um corpo físico pressionado por necessiades a serem satisfeitas, por temores de que é preciso escapar, por angústias que têm de ser sufocadas, quando temores e angústias são conseqüência e não causa da visão deformada da realidade.

Muitos dos que nascem em lares desajustados recorrem aos entorpecentes, mas quem está cogitando aí de investigar as verdadeiras causas do desajuste e o que fazer para promover atitudes e medidas de auxílio?

Partem para o uso de drogas muitos que sofrem de carência afetiva, certo. Mas o que desencadeou nessas criaturas o doloroso processo de carência? Não seria porque o afeto que hoje lhes falta eles próprios recusaram-se a doar em outros tempos? Buscam a alienação da droga os que perderam o endereço de Deus. Nem sabem que pertencem a uma comunidade de seres imortais ligados por vínculos industrutíveis e destinados à felicidade em algum ponto na intersecção espaço/tempo.

O problema aflitivo da droga, não é, portanto, basicamente, um caso de polícia. É um problema espiritual, distúrbio emocional do ser humano em atrito com as Leis Divinas.

Isto não quer dizer que devamos condenar aquele que recorre à droga porque rejeita a realidade. Ele precisa de compreensão e de esclarecimento.

Precisa descobrir sua própria realidade espiritual, sua condição de ser preexistente, sobrevivente e imortal, a caminho de perfeição, por mais distante que este se coloque afugentada pelos desacertos.

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ESPIRITUAIS DOS VÍCIOS

Espiritualmente, os vícios acarretam vinculações perispirituais, cujas consequências se projetam na vida espiritual futura, depois que a alma se desprende do corpo físico, com a agravante de poder ser responsável por doenças cármicas em reencarnações vindouras.

É oportuno lembrar ainda que muitos viciados são pessoas dotadas de mediunidade, sofrendo a atuação de entidades espirituais que se sintonizam com os seus pensamentos e se comprazem em fazer com que se mantenham no vício e dificultam a sua recuperação, indicando a necessidade de um tratamento espiritual que deve ser feito paralelamente ao tratamento médico. Além da modalidade de tratamento, outros recursos são utilizados, como o passe magnético, a água fluidificada e a desobsessão, sempre que necessária.

Os vícios evidenciam a degradação dos seres humanos comprometidos, infelicitando famílias, agredindo a sociedade e a dignidade humana. Como estão vinculados à alma, constituem um atraso espiritual das criaturas que se mantêm presas a uma situação que macula sua própria condição humana.

A Psicologia revela que a consciência é o substrato secreto da alma que julga os atos de cada um. Embora presente em todas as pessoas, mantém-se apagada entre os viciados, que se encontram sob o domínio de ações instintivas que se agigantam, conduzindo inúmeras criaturas à degradação de sua personalidade, destruindo lares e traumatizando a sociedade. Segundo Allan Kardec, no livro O Céu e o Inferno, o ser humano é independente, atuando através da vontade e do livre-arbítrio, para praticar o bem ou mal, indicando que “o Espírito deve progredir por impulso da própria vontade, nunca por qualquer sujeição. O bem e o mal são praticados em função do livre-arbítrio e, conseqüentemente, sem que o Espírito seja fatalmente impelido para um ou outro”.

O que vale dizer que, para se preservar dos vícios, a pessoa deve fortalecer os recursos da alma, com pensamentos positivos e disposição para dar à sua vida uma conotação condizente com sua aspiração mais nobre.

Ao desencarnar, o períspirito mantém integralmente as mesmas sensações experimentadas na jornada terrena. Encontra no mundo espiritual inúmeros espíritos, invariavelmente similares, em tendências, gostos, graus de evolução. Com eles conviverá. O toxicômano, em particular, conviverá com desencarnados viciados. Verá que seu perispírito (igual ao seu corpo físico), está depauperado, destrambelhado, cheirando mal, repleto de naúseas e mazelas – fome, frio, dor… Desgraçadamente, terá consciência desses tormentos, de maneira plena e permanente: não dorme, não desmaia… Fica vagando por regiões cinzentas sem água, sem sol.

Ficará sofrendo durante o tempo em que permanecer empedernido no vício.

Ao menor sinal de arrependimento sincero, ao primeiro pensamento de prece a Deus, significando o desejo de se corrigir, recomeçar um novo caminho e uma nova dia de reto proceder, a ajuda divina se apresentará de imediato, na forma de espíritos dedicados às tarefas socorristas.

A dor é a mestra maior e último recurso natural para reconduzir o homem ao caminho do Bem. O viciado, ao desencarnar, percebendo que agora tudo está mais difícil, pois além de não poder satisfazer a ânsia da droga, ainda está doente, fraco, faminto etc, mais do que nunca, desejará as drogas.

Carente e sem nenhuma proteção, ficará à mercê de legiões de malfeitores espirituais. Será sim, admitido nessas legiões, mas como elemento escravo, desprezível e inferior…
Aprenderá rápido, que só no plano material poderá dar vazão ao vício. Qual vampiro, poucas vezes sozinho – quase sempre em bandos – irá aos lares dos toxicômanos encarnados, aderindo aos mesmos mente a mente, induzindo-os ao consumo das drogas, caso já não o esteja fazendo. Sem nenhuma reserva moral, em troca de alguma satisfação do vício, será submetido a uma série de perversidades.

Com o tempo, poderá, pelo livre-arbítrio, tomar duas atitudes:

a) Arrepender-se do mal praticado, do desrespeito às leis naturais, almejando melhorar de vida. O nível de sinceridade desse arrependimento determinará a ajuda que virá em seu socorro.

b) Revoltar-se ainda mais e tornar-se desejoso de vingança contra seus algozes. O desejo de vingança lhe dará forças para desencadear uma fieira de maldades. Seu poder, ampliado, atingirá um ponto em que a Justiça Divina considera como saturação, dando um basta: compulsoriamente retornará à carne. Só que em tristes condições…

Nem poderia ser diferente!

A dor física e moral, num corpo deformado e sem defesas orgânicas, será constante em sua vida, como inigualável recurso educador.

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ESCRAVOS DO VÍCO

Como o espiritismo pode auxiliar na prevenção e na recuperação do víciado em tóxicos.

As conseqüencias espirituais do uso de drogas

O vício das drogas caracteriza-se pelo impulso praticamente incontrolável do viciado procurar satisfação no ilusório prazer que as mesmas possam proporcionar-lhe.

A procura da droga evidencia a escravidão em que se encontra o viciado, que busca por meio dela manifestar sua independência em relação aos seus semelhantes, ou a uma situação que aparentemente diminui sua posição na família ou na sociedade, e reage aos seus agressivamente, procurando evidenciar um sentimento de superioridade.

A indução às toxicomanias decorre, quase sempre, da influência ou da convivência com viciados, que podem despertar, inicialmente a curiosidade das pessoas para seu uso, chegando, assim, às primeiras experiências, aparentemente inofensivas e que podem proporciona-lhes um estado de euforia, de ilusória disposição e coragem para enfrentar situações na vida, mas que exigem a continuidade de sua ingestão.

Os principais efeitos dessas substâncias no organismo estão subordinados à área neuropsíquica, afetando o seu próprio julgamento. É onde vão surgindo lacunas progressivamente crescentes, que podem se caracterizar pelo desrespeito aos valores humanos, levando a pessoa a tornar-se um ser anti-social, quase sempre levando-a a perder o respeito por seus semelhantes.

Para satisfazer suas necessidades, pode realizar assaltos, roubos, seqüestros ou chegar até mesmo ao homicídio. Tudo pela droga!

São vícios que não poupam idade, sexo, raça, profissão, ou situação social, envolvendo, paralelamente, inúmeras pessoas que se enquadram como traficantes e passadores da droga, pondo em risco a segurança e a tranqüilidade da sociedade.

Portanto, as drogas podem ser consideradas como um dos piores flagelos de que a Humanidade tem notícia. Afeta o homem já na vida intra-uterina, gerando deformações pela via da hereditariedade, quando pais já são viciados. Já na vida física, tem atacado o homem em tenra idade, sob os mais diversos aspectos. Penetra, como dissemos, todos os segmentos da sociedade, em todos os países do mundo, minando-a a ponto de dominar governantes, líderes religiosos, educadores etc.

Os vícios estão alterando o curso da história da criatura humana e a violência tem descambado para as conquistas fáceis e a mola disso é a prática dos vícios. Além dos casos de overdose, anualmente milhares desencarnam em acidentes de trânsito, provocados pelo consumo de drogas ou álcool. Muitos são os que contraem doenças contagiosas, pela prática invigilante dos sexo desequilibrado, aprisionados pelos efeitos infelizes do álcool e das drogas.

Por faltas ao trabalho, queda de produção e qualidade, estimam os estudiosos que se perdem anualmente 25 bilhões de dólares em produtividade. São números arrasadores, espantosos, dramáticos e parece que as autoridades e a própria sociedade começam a considerá-los irreversíveis.

A publicação intitulada O mosaico da droga, de responsabilidade da UNESCO, declara que em certos países parece diluir-se a preocupação que o problema da droga suscitava há cerca de uma década.

Há uma tentativa de “desdramatizar” a questão. Nítida postura de cruzar os braços, portanto. Em alguns países, como na Holanda, o usa da maconha tornou-se lícito.

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VALE DOS DROGADOS
Relato de uma projeção astral

Por Victor Rebelo

Certa noite, já de madrugada, percebi que estava projetado fora do corpo em um pântano escuro e tenebroso. Não sei como fui parar lá, mas com certeza fui levado pelos amparadores espirituais, pois participei de um trabalho de assistência extrafísica.

O que mais me surpreendeu não foi o local, mas os espíritos que encontrei lá. Conforme caminhava, ia passando por vários jovens desencarnados caídos naquele chão imundo. Escutava gemidos e uma energia de medo e dor vibrava no ambiente. Muitos espíritos puxavam minhas pernas, outros estavam completamente atordoados, indiferentes à minha presença.

Andei um pouco por aquela multidão de infelizes. Todos pareciam ainda estar sob o efeito das drogas, completamente sugados em sua vitalidade, sem forças para se levantar.
Em determinado momento, senti a necessidade de me sentar no chão, mesmo sem saber ao certo o motivo. Logo que fiz isso, uma jovem aparentando uns 19 anos, loira, aproximou-se de mim muito amedrontada. Não sabia onde estava nem o que estava acontecendo. Sentou-se ao meu lado e me abraçou, na ânsia de se proteger daquilo tudo.

Não sei quanto tempo ela ficou abraçada em mim. Na verdade, a percepção do tempo varia de acordo com o plano em que nos manifestamos. Só sei que fui me sentindo cada vez mais fraco, até perder a consciência e despertar no corpo físico.

O que aconteceu é fácil de entender. Fui levado pelos amparadores à uma região umbralina onde muitos espíritos que desencarnaram devido ao uso de drogas estavam reunidos, de acordo com a lei de afinidade. Muitos espíritos ainda ficam sob o efeito de drogas devido à ligação energética que têm com seus corpos e com a energia de determinada droga. Suas mentes estão cristalizadas no vício, fazendo com que fiquem por tempo indeterminado naquelas regiões. Mas alguns, devido ao próprio carma ou a uma vontade sincera, se encontram em condições de sair desses lugares e buscar apoio nos hospitais extrafísicos. Era o caso daquela jovem. É bem provável que ela tivesse desencarnado por overdose recentemente e por isso, seu corpo astral estava muito denso. Como se encontrava fraca, somente alguém encarnado, temporariamente afastado do corpo poderia doar energia vital mais densa, para que ela pudesse ser tratada posteriormente pelos amparadores, que devido ao plano de manifestação, irradiam energias mais sutis.
É claro que nem todos os espiritos que desencarnam sob o vício das drogas se dirigem a este vale.
Cada caso é um caso.
Tudo é uma questão de afinidade.

Fonte: http://wwwumbandaonline.blogspot.com.br/2008/05/dependncia-qumica.html

 


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