Oração de Fortalecimento

Senhor, ensina-me a entregar-Vos com toda confiança, tudo o que sou, sinto e tenho. Neste momento desejo Vos devolver a direção de tudo o que se encontra em meus cuidados, e Vos agradecer por ser um de vossos administradores, pois Sois dono de todo o Universo, de minha vida, de tudo o que tenho. Ajudai-me a nunca sair de Vossos propósitos, colocar sempre meus problemas em Vossas mãos e assim descansar meu coração. Que nos momentos em que me vier a ansiedade tão própria de minha fraqueza humana, fortalecei-me, Senhor, dando-me a graça de lembrar-me sempre destas Vossas santas Palavras:“Confiai vossas preocupações, porque Ele tem cuidado de Vós”. Obrigada(o), Senhor.

Oxossi

É o Orixá Protetor das matas e das caças.Oxossi dança levando Ofá(arco e flecha), chapéu de couro ou adê com penas.Carrega capanga (bolsa de Couro onde guarda a caça).em seu ritual suas cores são Azul Claro e o verde. no sincretismo religioso, Oxossi é representado por São jorge e São Sebastião.

Em rituais do Candomblé, como Angola, Congo e Caboclo, Oxossi, é conhecido pelos seguintes Nomes:
Mutalombo, Tauamin, Mutacalombo, Cobogira. Continue lendo “Oxossi”

As cores das velas na Umbanda

As cores das velas para a Umbanda, é uma força atratora e servem para ajudar a nos conectar com as Entidades e também a focar em nossos pedidos. Veja quais velas você deve acender, conforme a necessidade:

Vela azul: deve ser acesa para as Senhoras da Água (Oxum, Iemanjá) e Marinheiros quando se deseja adquirir calma, serenidade, sabedoria, desenvolver e trabalhar poderes paranormais, sensitividade, intuição e ter expansão nos projetos.

Vela amarela: deve ser acesa para Iansã quando há necessidade de cura energética, clarear a mente, abrir o intelecto, firmar os pensamentos, desenvolver a espiritualidade e ocorrer mudanças rápidas das situações.

Vela branca: representa a pureza e sinceridade. É utilizada para obtermos paz de espírito, harmonia e equilíbrio em nossas casas. Acende-se para Oxalá, Anjo de Guarda ou Pretos Velhos quando se deseja paz, limpeza, cura, reconciliação, harmonia e iluminação.

Vela laranja: deve ser acesa para os Ciganos (também serve para os Baianos) quando se precisa ter força mental, aumentar a confiança, a criatividade, o entusiasmo, o poder de atração e obter sucesso nos empreendimentos.

Vela violeta ou lilás: deve ser acesa para Nanã quando há necessidade de transmutar as energias, transformar negatividade, ter inspirações, aumentar a intuição, combater o “stress” e acalmar-se.

Vela rosa: representa a beleza, o amor, a moralidade. Deve ser acesa para Ibeiji (Cosme e Damião) em assuntos amorosos para fortificar relacionamentos afetivos e familiares. Boa cor para realizar os desejos do campo emocional e afetivo.

Vela verde: simboliza a calma, a tranquilidade e o equilíbrio. Deve ser acesa para Oxossi quando se desejar a cura espiritual, fertilidade, estabilidade e abundância.

Vela vermelha: deve ser acesa para Ogum quando se precisa de coragem, ânimo, determinação, força, ação, dinamismo, vigor, proteção, conquistar e liderar assuntos relacionados à matéria, trabalho e dinheiro, para que se tenha triunfo e evolução rápida dos acontecimentos.

Vela marrom: deve ser acesa para Xangô quando se precisa de justiça correta aos olhos de Deus e também para assuntos relacionados a trabalho e prosperidade.

Vela branca e preta: deve ser acesa para Omulu quando se precisa de cura física e também para mudança interior.

Obsessões e suas causas

Sabemos que o fundo de todas as perturbações espirituais reside nas fraquezas morais do perturbado, as imperfeições da alma que são as portas de entrada para a influência estranha.
As obsessões são provenientes de quatro fontes distintas: Moral, Cármica, Contaminação e Auto-obsessão.

Moral
Há duas situações de obsessão de fundo moral: o espírito imaturo e o espírito mal orientado.
No primeiro caso, o da imaturidade espiritual, são pessoas com o psiquismo ainda dominado por pensamentos inferiores. Sua conduta gira em torno de ações e pensamentos inferiores, que atrai espíritos imperfeitos que estão afinados com elas.
No começo da relação verifica-se tão somente uma interferência em algumas atitudes do indivíduo. Mais tarde, aparece um delicado mecanismo de inter-influência, em que as vontades e os desejos são trocados entre perturbado e perturbador. A seguir, a vontade do obsedado vai aos poucos sendo substituída pela do obsessor, instalando-se o fenômeno obsessivo.
Este tipo de obsessão é comum, há situações em que seus portadores nem percebem que dividem sua vida mental com um espírito inferior.
Na segunda situação, o do espírito mal orientado, encontra-se as pessoas que tiveram educação deficitária no lar, na religião ou na escola. A inferioridade do mundo terreno, seus costumes e sistemas educativos estimulam no ser humano o desenvolvimento das paixões e os afastam de Deus.
Estruturas psicológicas mal orientadas provocam nas pessoas condutas desregradas, levando-as a sintonizar com espíritos inferiores, formando o processo obsessivo de fundo moral.
A Umbanda faz um tratamento de limpeza e fortalecimento, através de banho de ervas para o descarrego e energização, criando condição para a pessoa obsedada, através de orientação e evangelização, para que se afaste do espírito obsessor.

Cármica
Classificam-se como obsessões cármicas os casos relacionados com vidas passadas.
Carma é um termo que se refere à bagagem histórica do espírito. É o produto de todas as encarnações vividas. A palavra “carma” é de origem sânscrita (uma das mais antigas línguas da Índia) e significa “ação”.
Pode-se dizer que o carma é a ação do espírito em toda sua trajetória evolutiva, desde sua primeira encarnação.
Denominam-se obsessões cármicas aquelas em que as perseguições observadas são oriundas do relacionamento entre obsedado e obsessor, ocorridas em vidas passadas, neste ou noutros mundos.
É um tipo de obsessão provocada pela desarmonia de conduta entre duas ou mais criaturas, gerando ódios, ressentimentos e vinganças que podem se estender às suas vidas futuras.

A lei de ação e reação, ou causa e efeito, regula estes processos de ajuste entre as partes envolvidas, permitindo que as consequências deste plantio mal feito deem seus frutos com vistas ao aprendizado de todos.
O comprometimento no passado, através das ligações vibratórias, atrai o desafeto desencarnado que inicia sua influência maléfica sobre ele.
Na umbanda, alem do tratamento anterior, fazemos um trabalho de evangelização do espírito obsessor, para encontre seu caminho na espiritualidade e abandone a pessoa obsedada.

Contaminação
Os centros espíritas, os terreiros de Umbanda, as Igrejas, templos, os lares, os locais de trabalho e de diversões constituem-se em verdadeiros núcleos de magnetismo espiritual, criados pelos pensamentos dos que os frequentam.
Nesses ambientes constituídos por pessoas mais ou menos imperfeitas, associam-se espíritos desencarnados com tendências afins. Portanto, os frequentadores podem ficar contaminados com sua influência. Tal domínio se forma em virtude da sintonia mental dos frequentadores, com os espíritos que habitualmente vão ali. Denominaram-se essas obsessões de “contaminações”.
Esta obsessão na Umbanda é desfeita numa sessão de descarrego e com orientação ao consulente para mudar sua frequência vibratória.

 

Auto-obsessão
Na auto-obsessão, a mente da pessoa encontra-se numa condição doentia semelhante às neuroses. É uma situação onde ela atormenta a si mesma com pensamentos dos quais não consegue se livrar.
Há casos mais graves em que o consulente não aceita que seu mal resida nele mesmo.
As causas deste tipo de obsessão residem nos seus dramas pessoais, dessa ou de outras encarnações. São traumas, remorsos, culpas e situações provindas da intimidade do seu ser, que prejudicam-lhe a normalidade psicológica.
De tanto se auto-obsedar, o consulente pode acabar atraindo espíritos atrasados e/ou sofredores e terminam por serem obsedados por estes espíritos, por causa da sintonia mental com o obsedado. Agravam seu mal, mas não são os causadores dele.
A causa central desse tipo de obsessão reside no consulente que se auto-atormenta, numa espécie de punição a si mesmo.
A mente de um auto-obsedado é fechada em si mesma e é preciso abri-la para a vida exterior, ou seja, é preciso que a pessoa pare de pensar apenas em seus problemas e olhe ao seu redor.
O tratamento na Umbanda, fundamentada na evangelização e no ascendente moral, banhos de ervas e na educação do pensamento, abrirá a prisão psíquica em que o indivíduo vive, libertando-o da escravidão mental.

Fonte: Luz Divina, por Aguinaldo

A importância da Humildade para uma pessoa

humildade

Definição de Humildade pelo dicionário Aurélio:
1 Qualidade de humilde.
2 Capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações.
3 Sentimento de inferioridade.
4 Demonstração de respeito, submissão.
5 Ausência de luxo ou sofisticação.
6 Pobreza, penúria.

Na pratica mediúnica, humildade não tem nada a ver com o aspecto social em que o indivíduo se encontra, inferioridade ou submissão aos demais.
Humildade para nós Umbandistas é, saber que somos seres falhos,é demonstrar respeitos aos irmãos de fé e as entidades, é saber o nosso lugar como médiuns, e que as ordens são dadas de cima para baixo, nunca de baixo para cima, e ter consciência que a mediunidade deve ser usada para o bem do próximo, e nunca em beneficio próprio, e ser instrumento da vontade do astral e nunca definir as ações que o astral deve cumprir. Ser humilde é dar as pessoas o respeito que elas merecem, é amar o próximo, é fazer a caridade, e não prestação de serviço. Ser humilde é, praticar a mediunidade pura, sobre a tutela dos amados guias espirituais.

Xisto Queiroz Jr.