Como é a Sexta-feira Santa na Umbanda

A Igreja Católica celebra, na Sexta-feira Santa, a morte de Jesus, que foi crucificado. Enquanto isso, a sexta-feira Santa na Umbanda tem outro significado. Os Afro-umbandistas celebram o LOROGUN, que é quando os Orixás entram em guerra com o mal para trazer o pão de cada dia a seus filhos.

Os rituais da Umbanda também acompanham a Quaresma. Na Quarta-feira de cinzas, por exemplo, os Orixás da casa são vestidos e cada filho de santo lhes oferece a sua comida preferida. Os atabaques são lavados e guardados, e só são acordados no Sábado de Aleluia.

O que significa a Sexta-Feira Santa na Umbanda?

Para a Umbanda, a Semana Santa representa a criação do mundo, por isso, durante esse período, os Umbandistas se vestem de branco, principalmente na Sexta-feira Santa. Além da roupa branca, eles se alimentam somente com comidas dessa cor, como a canjica, arroz doce e pães. Esse é o dia em que os Orixás descem do Orún (mundo espiritual), para conhecer a grande criação de Olorum (Grande Criador, Divino, Deus criador de tudo).

Na noite de quinta para Sexta-feira da Paixão, os seguidores da Umbanda se protegem com seus contra-eguns. Eguns são espíritos que ainda não adquiriram um grau de consciência e muitas vezes ainda nem sabem que desencarnaram, e podem se tornar obsessores. Por exemplo, alguns se ligam a alguém encarnado para vivenciar seus vícios como álcool, droga ou sexo. Outros, por não quererem se afastar de um ente como esposa ou filho, sugam toda energia da pessoa, e ela fica como um vampiro zumbi, totalmente apática. O que acontece é que, nesta noite, Iansã está em guerra, e não pode afastar os eguns que estão rondando por aí.

A cerimônia da Umbanda

Na Sexta-feira Santa na Umbanda são oferecidos pratos a Oxalá, pedindo paz e prosperidade para o Terreiro e seus filhos seguidores.

A cerimônia de Fechamento do Corpo é feita na Sexta-Feira Santa na Umbanda, pois é um dia de grandeza energética do planeta. Nessa cerimônia, os guias espirituais se utilizam do magnetismo de ervas e alguns cristais, imantação solar e lunar e pemba (giz especial, fabricado com o pó extraído dos Montes Brancos Kimbanda e a água que corre no Rio Divino U-Síl) para fechar o corpo.

A pemba serve para riscar pontos nas pessoas e no chão, criando elos com o plano espiritual que emana vibrações, fluídos e energias diretamente no ponto riscado. Cada ponto tem seu próprio significado, mas só a Entidade que riscou o conhece.

Quanto à imantação nos centros de força, ela impede a ação de espíritos manipuladores de energia (eguns). Quando a entidade magnetiza o centro de força do médium, cria em volta dele um escudo que o protege, sempre respeitando a lei da sintonia, pois o médium continua com as conexões e afinidades que ele mesmo cria através de seu campo mental. Porém, o médium deve estar consciente de que, mesmo com o ”corpo fechado”, não está livre das sintonias que ele mesmo atrai, mas, se souber utilizar a carga energética adicionada aos chacras, com a imantação solar e lunar, ele pode dinamizar sua energia em um potencial incrível.

O objetivo do fechamento de corpo é deixar o médium preparado para todo tipo de trabalho. Milhões de espíritos são atraídos para tratamento, muitos deles sofrem, principalmente com a influência do vampirismo. Quando o médium passa por esse tratamento e está preparado, não absorve as energias desses espíritos durante os trabalhos de “descarrego”, protegendo o seu campo energético.

Que a Sexta-feira Santa na Umbanda seja com muita paz, e que o Pai Oxalá abençoe a vida e a família de todos, independente da crença espiritual.

Por: AstroCentro

Classificação moral dos Exús

Alguns espíritos, que usam indevidamente o nome de Exu, procuram realizar trabalhos de magia dirigida contra os encarnados. Na realidade, quem está agindo é um espírito atrasado.

É justamente contra as influências maléficas, o pensamento doentio desses feiticeiros improvisados, que entra em ação o verdadeiro Exu, atraindo os obsessores, cegos ainda, e procurando trazê-los para suas falanges que trabalham visando a própria evolução.

O chamado “Exú Pagão” é tido como o marginal da espiritualidade, aquele sem luz, sem conhecimento da evolução, trabalhando na magia para o mal, embora possa ser despertado para evoluir de condição.

Já o Exu Batizado, é uma alma humana já sensibilizada pelo bem, evoluindo e, trabalhando para o bem, dentro do reino da Quimbanda, por ser força que ainda se ajusta ao meio, nele
podendo intervir, como um policial que penetra nos reinos da marginalidade.

Não se deve, entretanto, confundir um verdadeiro Exú com um espírito zombeteiro, mistificador, obsessores ou perturbadores, que recebem a denominação de Quiumbas e que, às vezes, tentam mistificar, iludindo os presentes, usando nomes de “Guias”.

Para evitar essa confusão, não damos aos chamados “Exus Pagões” a denominação de “Exu”, classificando-os apenas como Kiumbas.

E reservamos para os ditos “Exus Batizados” a denominação de “Exu”.

CLASSIFICAÇÃO PELOS PONTOS DE VIBRAÇÃO DOS EXUS

Exus do Cemitério:

São Exus que, em sua maioria, servem à Obaluaiê. Durante as consultas são sérios, reservados e discretos, podem eventualmente trabalhar dando passes de limpeza (descarregando) o consulente.

Alguns não dão consulta, se apresentando somente em obrigações, trabalhos e descarregos.

Exus da Encruzilhada:

São Exus que servem a Orixás diversos. Não são brincalhões como os Exus da estrada, mas também não são tão fechados como os do cemitério. Gostam de dar consulta e também
participam em obrigações, trabalhos e descarregos. Alguns deles se aproximam muito (em suas características) dos Exus do cemitério, enquanto outros se aproximam mais dos Exus da estrada.

Exus da Estrada:

São os mais “brincalhões”. Suas consultas são sempre recheadas de boas gargalhadas,porém é bom lembrar que como em qualquer consulta com um guia incorporado, o respeito deve ser mantido e sendo assim estas “brincadeiras” devem partir SEMPRE do guia e nunca do consulente. São os guias que mais dão consultas em uma gira de Exu, se movimentam muito e também falam bastante, alguns chegam a dar consulta a várias pessoas ao mesmo tempo.

ORGANIZAÇÃO E HIERARQUIA DOS EXUS:

Os Exus, estão também, divididos em hierarquias. Onde temos desde Exus muito ligados aos Orixás até aqueles Exus ligados aos trabalhos mais próximos às trevas.

Os exus dividem-se hierarquicamente, em três planos ou três ciclos e em sete graus e a divisão está formada “de cima para baixo” :

TERCEIRO CICLO

Contém o Sétimo, Sexto e Quinto graus.
Neste Ciclo encontramos os chamados Exus Coroados. São aqueles que tem grande evolução, já estão nas funções de mando.
São os chefes das falanges.
Recebem as ordens diretas dos chefes de legiões da Umbanda.
Pouco são aqueles que se manifestam em algum médium.

Apenas alguns médiuns, bem preparados, com enorme missão aqui na Terra, tem um Exu Coroado como o seu guardião pessoal.
São os guardiões chefes de terreiro.
Não mais reencarnam,já esgotaram há tempos os seus carmas.

Sétimo Grau – Estão os Exus Chefe de Legião e para cada Linha da Umbanda,temos Um Exu no Sétimo Grau, portanto, temos Sete Exus Chefes de Legião

Sexto Grau – Estão os Exus Chefes de Falange. São Sete Exus Chefes de Falange subordinados a cada Exu Chefe de Legião, portanto, temos 49 Exus Chefes de Falange.

Quinto Grau – Estão os Exus Chefes de Sub-Falange.
São Sete Exus Chefes de Sub-Falange subordinados a cada Exu Chefe de Falange, portanto, são 343 Exus Chefes de Sub-Falange.

SEGUNDO CICLO Contém o Quarto Grau.

Neste Ciclo encontramos os chamados Exus Cruzados ou Batizados. São subordinados dos Exus Coroados.

Já tem a noção do bem e do mal. São os exus mais comuns que se manifestam nos terreiros. Também, tem funções de sub-chefes. Fazem parte da segurança de um terreiro.

O campo de atuação destes exus está nas sombras (entre a Luz e as Trevas).

Estão ainda nos ciclos de reencarnações.

• Quarto Grau – Estão os Exus Chefes de Agrupamento. São Sete Exus Chefes de Agrupamento e estão subordinados a cada Exu Chefe de Sub-Falange, portanto, são 2401 Exus Chefes de Agrupamento.

PRIMEIRO CICLO

Contém o Terceiro, Segundo e Primeiro Graus.

Temos dois tipos de Exus neste ciclo :

Os Exus Espadados – São subordinados do Exus Cruzados. O seu campo de atuação encontra-se entre as sombras e as trevas.

Os Exus Pagãos (Kiumbas) – São subordinados aos exus de nível acima. São aqueles que não tem distinção exata entre o bem e o mal.

São conhecidos, também como “rabos-de-encruza”.

Aceitam qualquer tipo de trabalho, desde que se pague bem.
Não são confiáveis, por isso.

São comandados de maneira intensiva pelos Exus de hierarquias superiores.

Quando fazem algo errado, são castigados pelos seus chefes, e querem vingarem-se de quem os mandou fazer a coisa errada.São quiumbas, capturados e depois adaptados aos trabalhos dos Exus.

O campo de atuação dos Exus Pagãos, é as trevas. Conseguem se infiltrar facilmente nas organizações das trevas. São muito usados pelos Exus dos níveis
acima, devido esta facilidade de penetração nas trevas.

Terceiro Grau – Estão os Exus Chefes de Coluna. São Sete Exus Chefes de Coluna e estão subordinados a cada Exus Chefes de Agrupamento, portanto, são 16807 Exus Chefes de Coluna.

Segundo Grau – Estão os Exus Chefes de Sub-Coluna. São Sete Exus Chefes de Sub-Coluna e estão subordinados a cada Exu Chefe de Coluna, portanto, são 117649 Exus Chefes de Sub-Coluna.

Primeiro Grau – Estão os Exus Integrantes de Sub-Colunas e são milhares de espíritos nesta função.

Os Exus, em geral, não são bons nem ruins, são apenas executores da Lei.
Ogum, responsável pela execução da Lei, determina as execuções aos Exus.

7º Grau 7 – Chefes de Legião

6º Grau 49 – Chefes de Falange

5º Grau 343 – Chefes de Sub-Falange

4º Grau 2401 – Chefes de Grupamento

3º Grau 16807 – Chefes de Coluna

2º Grau 117649 – Chefes de Sub-Coluna

1º Grau ? – Integrantes de Coluna

Exus Coroados

Exus Cruzados ou Batizados

Exus Espadados e Pagãos Além destes aspectos já abordados, vale à pena mencionar os diversos níveis vibracionais,
onde os espíritos ligados à Terra, habitam.

Estes níveis são e foram criados de acordo com cada grau evolutivo.

Os níveis estão mais relacionados com o mundo da consciência do que com o mundo físico, ou seja, são mais estados
de consciência do que um lugar fisicamente localizado.

Como são níveis gerados por espíritos ligados de alguma forma com a evolução da Terra, estes níveis estão vinculados ao próprio planeta.

Portanto, quando vemos descrições de camadas
umbralinas localizadas em abismos sob a crosta terrestre, devemos entender que embora elas estejam localizadas com estes espaços físicos, elas estão no lado espiritual deste plano físico.

Temos então, Sete Camadas Concêntricas Superiores e Sete Camadas Concêntricas Inferiores.

A divisão está sempre formada “de cima para baixo” : Camadas Concêntricas Superiores.
Sétima, Sexta e Quinta Camadas – Zonas Luminosas
Seres iluminados, isentos das reencarnações.

Cumprem missões no planeta. Estão se libertando deste planeta, muitos já estagiam em outros mundos superiores.

Quarta Camada – Zona de Transição Espíritos elevados, que colaboram com a evolução dos irmãos menores.

Terceira, Segunda e Primeira Camadas – Zonas Fracamente Iluminadas.
A maioria dos espíritos que desencarnam,estão nestas camadas estão em reparações e aprendizados para novas reencarnações.

Superfície

Espíritos encarnados

Camadas Concêntricas Inferiores Sétima Camada – Zona Sub-Crostal Superior Espíritos sofredores de um modo geral que serão em seguida socorridos e encaminhados a planos mais elevados para adaptação e aprendizado,antes de reencarnarem

Sexta, Quinta e Quarta Camadas – Zona das Sombras, Zona Purgatoriais ou de Regeneração.

Espíritos sofredores purgando parte de seus carmas, e que serão encaminhados o mais rápido possível à reencarnação para novas provas e expiações.

Quarta Camada – Zona de Transição Entre as sombras e as trevas.

Zona de seres revoltados e dementados.

Terceira, Segunda e Primeira Camadas – Zona das Trevas ou Zona Sub-Crostal Inferior Estes espíritos estão em estágio de insubmissos, renitentes e rebelados às Leis Divinas.

Caboclo Cobra Coral

Tronqueira não é um adorno para se ter em casa

Alguns dirigentes, sem muito critério, atualmente estão “plantando”, “fazendo” tronqueiras em casas de médiuns. E vemos qualquer um, hoje em dia, com uma segurança desse porte em suas moradias. A tronqueira, a “casinha” de Exu, tem a finalidade de manter um terreiro inteiro de pé, com suas seguranças, seus Exus e médiuns bem energizados.
Para isso ela existe.

Agora, nessa nova “modalidade”, os dirigentes passam a dar aos seus médiuns tronqueiras, sem explicar-lhes o quê elas significam exatamente.
Em primeiro lugar, a tronqueira assemelha-se, de certo modo, ao que o africano chama de igbâlê, a casa das almas, a casa dos ancestrais. Quem tem uma tronqueira ou um igbâlê em seu terreiro ou em sua casa, assume um compromisso interminável ligando-os às falanges de almas ou os Exus que irão exigir, permanentemente, reenergização através de oferendas
em certos dias, horas. Quando alguém torna-se um sacerdote, saberá de seus compromissos permanentes.

Mas e o médium? Terá esse compromisso pelo resto de sua vida? Sim, porque é possível “desmanchar-se” o magnetismo desse local. Mas e o comprometimento espiritual com essas falanges? É possível “despachar” seu Orixá, seu anjo-da-guarda? “Enviá-lo” para algum lugar, pedindo-lhe que nunca mais volte?

E lembremos. É Exú servindo aos Orixás, através de seus serviçais, quem faz a lei universal de ação e reação cumprir-se. É ele quem “cobra” o carma, o somatório de coisas positivas e negativas acumuladas durante muitas vidas, de nós.

Passa-se um tempo e vem o resultado. Conhecemos também outra pessoa que, “para dizer-se mãe-de-santo” incomodou tanto o dirigente para ter uma tronqueira na frente de sua casa como se essa fosse um mero objeto decorativo, fazendo o pobre infeliz assentar para livrar-se daquele constante
incômodo. Contava, feliz, muitos baterem em sua casa para “fazer trabalhos”. Como médium, sem disciplina que era, esquecia por meses de uma vela, de uma oferenda, de uma simples garrafa de cachaça. Vivia dizendo enxergar “vultos” em sua casa cobrando-lhe alguma coisa. Sono agitado. Passou a ter vários problemas, decorrentes de tamanha imprevidência.

Se perguntada hoje se sabe porque isso aconteceu, dirá que não imagina sequer o motivo. Ora quando a tronqueira foi construída, ali foi “plantada” (designada) uma falange inteira de espíritos para trabalharem. Falange de quantos? Sete, setenta, setenta e sete…mil… dois mil. Ninguém sabe ao certo quantos espíritos fazem parte desses grupos.

Perguntamos: não será melhor perder um médium insistindo com essa vaidade, achando que a tronqueira é apenas um “adorno” na frente de sua casa do que fazer uma tolice dessas? E quando “cansados” de não receber nada por terem sido fixados no local para um trabalho nobre, para onde eles
irão? Sempre é para a casa de quem os plantou… a casa do dirigente! Não é natural?

Míriam Prestes de Oxalá
In Exu Desvelado

OPINIÃO DO NP.

Mais sério ainda são as tronqueiras aprendidas à distância, virtualmente em cursos, sem compromisso de transmissão oral presencial, sem nenhum pré-requisito ou pertencimento a uma egrégora. O que será que se “planta” na casa do sujeito? Será que Exu virou arroz de festa, todo mundo pode ter o seu, a sua disposição, na sua casa? Estão vendendo giló por quiabo…Dendezeiro não dá mel.

Pérolas de Ramatís

As funções do Congá

• atrator: atrai os pensamentos que estão à sua volta num amplo magnetismo de recepção das ondas mentais emitidas.Quanto mais as imagens e elementos dispostos no altar forem harmoniosos com o orixá regente do terreiro, mais é intensa essa atração. Congá com excessos de objetos dispersa suas forças.

• condensador: condensa as ondas mentais que se “amontoam” ao seu redor, decorrentes da emanação psíquica dos presentes: palestras, adoração, consultas etc.

• escoador: se o consulente ainda tiver formas-pensamentos negativas, ao chegar na frente do congá, elas serão descarregadas para a terra, passando por ele (o congá) em potente influxo, como se fosse um pára-raios.

• expansor: expande as ondas mentais positivas dos presentes; associadas aos pensamentos dos guias que as potencializam, são devolvidas para toda a assistência num processo de fluxo e refluxo constante.

• transformador: funciona como uma verdadeira usina de reciclagem de lixo astral, devolvendo-o para a terra;

• alimentador: é o sustentador vibratório de todo o trabalho mediúnico, pois junto dele fixam-se no Astral os mentores dos trabalhos que não incorporam.

Todo o trabalho na umbanda gira em torno do congá. A manutenção da disciplina, do silêncio, do respeito, da hierarquia, do combate à fofoca e aos melindres, deve ser uma constante dos zeladores (dirigentes). Nada adianta um congá todo enfeitado, com excelentes materiais, se a harmonia do corpo mediúnico estiver destroçada; é como tocar um violão com as cordas arrebentadas.

Caridade sem disciplina é perda de tempo. Por isso, para a manutenção da força e do axé de um congá, devemos sempre ter em mente que ninguém é tão forte como todos juntos.

– do livro UMBANDA PÉ NO CHÃO.

Conexão mediúnica – Abertura dos trabalhos

Por mais que tenhamos elementos de ritos, defumação, atabaques, folhas, cheiros e sons, que nos dão as percepções que nos estimulam através de símbolos que podem ser visuais, sonoros ou estar em palavras faladas e alegorias litúrgicas, é somente por meio da elevação psíquica interna de cada membro da corrente mediúnica, que poderemos conseguir chegar ao padrão vibratório coletivo necessário ao alinhamento com as falanges espirituais que nos envolvem de maneira consciente, efetiva e amorosa. Devemos viver e sentir com intensidade o que está se passando durante a abertura dos trabalhos. Nessa ocasião está sendo levado a cabo um momento sagrado de expansão das nossas potencialidades anímicas, mediante forças cósmicas que nos permitirão sintonizar às instalações do nosso templo interior, e estar em contato com o benfeitor espiritual que nos guia mediunicamente e protege durante todos os atendimentos caritativos dos consulentes. 
– do livro INICIANDO NA UMBANDA

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